Grafismo Indígena

Animação desenvolvida como projeto de conclusão do curso de Desenho Industrial/ Comunicação Visual, pela PUC-Rio.
A animação trata da interpretação dos padrões da pintura corporal Asurini, registrados e descritos pela antropóloga Regina Pollo Miller, em sua relação formal com os objetos representados.
O vídeo apresenta os motivos geométricos “Onça” e “Jabuti” e busca relacionar as formas dos grafismos àquelas dos animais representados.
Para o trabalho foram levantados os grafismos registrados no livro “Grafismo Indígena”, somada às observações dos animais realizadas nos setores de Mastologia e Herpetologia do Museu Nacional (UFRJ).

PDF do relatório: www.ricardoartur.com.br/GrafismoIndigena.pdf

Concepção e realização: Ricardo Artur Pereira de Carvalho

Orientador: Luiz Antonio Coelho
Professora Tutora: Rita Maria de Souza Couto
Co-orientador: José Francisco Sarmento
Co-orientador: Roberto Verschleisser

Música : Shindo (Cid e Carlos Manga)
Interpretação: Pé do Lixo

Apoio:
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Museu Nacional (UFRJ)

Referência:
VIDAL, Lux, (organizadora). Grafismo Indígena: estudos de antropologia estética 2a ed., São Paulo: Studio Nobel: FAPESP, 2000

Endereços:
PUC-RIO
Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea – Rio de Janeiro, RJ – Brasil – 22453-900
Cx. Postal: 38097 – Telefone: (55 21) 3527-1001

Museu Nacional/UFRJ
Quinta da Boa Vista, São Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ
CEP 20940-040 Telefones: (21) 2568-8262, (21) 2254-4320 Fax: (021) 2568-1352

 

4 ideias sobre “Grafismo Indígena”

  1. Ricardo, eu me identifiquei com o trabalho em video que você fez sobre o grafismo indigena Asurini. Meu interesse em particular é pelo trabalho de pintura corporal dos Kayapo Xinkrin. Pretendo ler seu trabalho dentro dos próximos dias e entro em contato novamente. Também trabalho com Desenho industrial. Meus parabéns pelo interesse na linguagem dos nosso primeiros povos brasileiros.

    1. Olá Márcio, acabei não vendo a mensagem antes.
      Agradeço os comentários e estimulo que faça sim o trabalho. Os padrões dos Xinkrin são lindos, quase trabalhei com eles. O que me chamou atenção nos Asurini foi o fato de associarem a elementos naturais, daí tentei “decodificar” ou melhor “desabstrair” os padrões geométricos. O resultado é esse que vemos.
      Qualquer coisa pode entrar em contato.
      Abs

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