Cultura de massa e propaganda ideológica

Apenas para lembrar um dos assuntos debatidos em sala, abaixo uma das muitas capas de HQs de super-heróis durante a campanha da segunda guerra contra os inimigos do eixo. Notem que a capa anúncia selos e bonos de guerra para ajudar a financiar as tropas.

Os quadrinhos, como meio de comunicação em massa e a imagem dos super-heróis como personificação dos ideais da sociedade americana foram articulados para convencer o público (em especial os jovens) a financearem o esforço de guerra.

Batman e Robin contra os inimigos do eixo

Mais capas selecionadas no post do blog Ideafixa.

Da sevidão humana

Abaixo o vídeo apresentado na aula que discute a sociedade de consumo e o trabalho nas sociedades modernas.

Descrição:

A servidão moderna é um livro e um documentário de 52 minutos produzidos de maneira completamente independente; o livro (e o DVD contido) é distribuído gratuitamente em certos lugares alternativos na França e na América latina. O texto foi escrito na Jamaica em outubro de 2007 e o documentário foi finalizado na Colômbia em maio de 2009. Ele existe nas versões francesa, inglesa e espanhola. O filme foi elaborado a partir de imagens desviadas, essencialmente oriundas de filmes de ficção e de documentários.

Video: Le Portefeuille (a carteira)

O sujeito contemporâneo é um todo coeso e unificado ou as situações e diferentes identidades contraditórias se sobrepõem definindo um sujeito fragmentado e descentrado?

A animação abaixo ajuda a refletir sobre a discussão:

Le Portefeuille
Direção e Concepção:  Vincent Bierrewaerts
2003

Animação
10 minutos 20
35 mm
1,66
Cor
Dolby SR
Ficha técnica do filme

Juventude e consumo

Pessoal para a próxima aula vamos ler e discutir o texto Juventude e Consumo (ROCHA & PEREIRA, Ed. Mauad X).

O texto encontra-se disponível na pasta 57 e corresponde ao primeiro capítulo: “A adolescência é apenas uma palavra?”.

Outro texto relacionado para a discussão será o artigo do jornal abaixo. Sugiro que já cheguem em sala com ambos os textos lidos. (Clique nesse link para ver a imagem  em alta resolução).

Matéria do Globo sobre consumo dos jovens

Desconstruir Duchamp

Para quem se interessou pelo assunto abordado na última aula aconselho a procurarem os textos (curtos – diga-se de passagem) do livro Desconstruir Duchamp, de Affonso Romano de Sant’anna (ed. Vieira & Lent).

  • Suicídio da arte
  • Pedagogia do olhar
  • Artisticamente incorreto
  • O xeque-mate de Duchamp

Os textos discutidos encontram-se na pasta 57 da xerox da APG (Vila dos Diretórios).

Sobre texto acadêmicos, plágio e referências

Introdução

Escrever um texto acadêmico – ou seja, um artigo científico, tese de doutorado, dissertação de mestrado, monografia, trabalho de final de curso ou mesmo um trabalho de disciplina de faculdade – é uma tarefa que implica determinadas posturas do autor. Dentre as várias responsabilidades, seja quanto à qualidade da pesquisa, ao estilo da escrita ou ao uso do léxico (os termos e palavras empregadas), uma delas diz respeito à conduta do autor perante suas fontes. Com tanta facilidade de acesso à diferentes informações torna-se cada vez mais fácil perder de vista a origem das informações e uma das consequências pode ser a cópia, o plágio, ainda que de maneira não intencional.

Mas afinal, o que é que se espera de um trabalho acadêmico e o que se deve fazer para evitar o plágio? Essa é uma pergunta que pretendo discutir a seguir, na qualidade de professor universitário e doutor em design, nesse post que será um pouco mais longo que os demais. Um dos motivos para esta postagem longa é justamente tentar apresentar o texto seguindo alguns dos preceitos que caracterizam o texto acadêmico. Continuar lendo